Esse trabalho da área de engenharia é realizado por 16 profissionais e tem o objetivo de reforçar a segurança operacional e a produtividade no transporte das cargas. Os técnicos monitoram parâmetros das locomotivas que trafegam pelos cinco corredores logísticos da VLI. Os dados coletados em ferramentas disponibilizadas pelos fabricantes são analisados e as informações repassadas pelos maquinistas por meio de mensagens de texto enviadas no sistema conhecido como macro, que funciona via satélite. A partir dessas avaliações, é possível tomar decisões mais rápidas e eficazes diante de qualquer circunstância identificada nas ferrovias Centro-Atlântica (FCA) e Norte Sul (FNS), controladas pela companhia.
“Antes da criação do CTD, os profissionais que trabalham em campo precisavam conciliar as análises referentes à circulação de trens com a programação diária de atividades nas oficinas. Agora, a nova área é responsável por centralizar os dados sobre as locomotivas em operação e avaliar a tomada de decisões com base nessas informações. Assim, conseguimos diminuir possíveis impactos na circulação das composições férreas em caso de avarias”, explica Junior Froes, gerente de planejamento e controle da manutenção da VLI.
Neste ano, o CTD pretende ampliar o trabalho de monitoramento remoto por meio da consolidação de novos processos e ferramentas. O objetivo da área é desenvolver mecanismos para acompanhar ainda mais de perto a saúde das locomotivas, auxiliando no diagnóstico de indícios que possam ajudar a prevenir a ocorrência de problemas mecânicos nas operações ferroviárias. Além disso, os técnicos planejam aplicar tecnologias similares para alcançar a mesma eficiência no acompanhamento da frota de vagões.
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