Líder na produção nacional de ônibus urbanos e com uma participação de 28% na produção total de ônibus do país, a Caio encerrou 2014 com 7.715 unidades fabricadas, uma retração de 16,7% em relação a 2013. O mercado total de ônibus – produção destinada às vendas internas e à exportação – fechou 2014 com 27.967 ônibus produzidos, quase 14,5% abaixo do resultado registrado no ano anterior. O segmento nacional de ônibus urbanos, que a Caio lidera, somou uma produção total de 16.701 unidades em 2014, fabricadas pelas seis principais encarroçadoras do país.
Atualmente a fabricante ocupa uma área de 101 mil m² construídos em um terreno de 445 mil m² em Botucatu, também no interior paulista. Essa planta tem capacidade de produção de 40 ônibus por dia.

O modelo mais vendido pela Caio Induscar é o urbano Apache Vip, que recentemente passou por sua quarta atualização e foi apresentado, já em sua versão reestilizada, na última edição da FetransRio, em novembro do ano passado. Segundo informações da empresa, a nova versão vem obtendo excelente aceitação no mercado. O modelo é indicado para uso em centros urbanos, por possuir motor dianteiro pode trafegar também em solos difíceis, e pode ser encarroçado sobre chassis de todas as marcas.
A carroceria foi concebida com novos conceitos de design e com foco no baixo custo de manutenção para atender às necessidades dos operadores. A principal mudança no design externo foi a introdução de conjuntos óticos com nova geometria e day lights (luz de posição) em Led, que evita a queima constante das lâmpadas. As lanternas traseiras são em bloco de Led e intercambiáveis, o que permite que a mesma peça possa ser utilizada tanto no lado direito quanto no esquerdo, facilitando a reposição e a manutenção. A área onde fica o itinerário frontal superior ganhou nova inclinação, o que lhe dá uma aparência externa mais aerodinâmica. A janela do motorista tem um novo layout que facilita a manutenção e o para-choque dianteiro de três partes passou a ser confeccionado com um novo material que absorve melhor os impactos.
Internamente, a principal mudança foi a central elétrica, que ganhou mais espaço para acomodar e organizar todos os componentes elétricos, uma exigência que é crescente uma vez que a tecnologia embarcada está cada vez mais presente.
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