O prefeito disse que Curitiba não pode ser impedida de buscar alternativas, de pensar no atendimento às demandas do futuro e de implantar o metrô. “Somos o berço do BRT e nos orgulhamos muito disso, mas precisamos avançar e investir na cidade que queremos para o futuro, uma cidade humana e que atenda às necessidades de sua população”, declarou.
Fruet esclareceu que Curitiba está criando alternativas, investindo na inovação e buscando ser uma cidade multimodal, com a integração de diferentes sistemas. “Não estamos projetando a substituição do BRT pelo metrô. Estamos projetando uma cidade multimodal, que terá o BRT, o metrô, o ônibus convencional e a bicicleta”, disse.
Para a linha verde, uma das principais vias da cidade, formada por uma pista exclusiva para ônibus biarticulado, está programado até 2020 o investimento de R$ 4,56 bilhões, sendo R$ 2,16 bilhões provenientes de recursos públicos, R$ 1 bilhão de aporte privado e R$ 1,40 bilhão da prospecção da venda de Certificado de Potencial Adicional de Construção (Cepacs) – títulos usados para financiar operações urbanas consorciadas com o objetivo de requalificar áreas urbanas – feitas por meio de leilão.
Estes investimentos, segundo o prefeito, visam beneficiar a população usuária de serviços e atingem diretamente 23 bairros de Curitiba, o que representa aproximadamente 80 mil pessoas.
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