Shell troca comando no Brasil após expansão no pré-sal

João Santos Rosa assumirá operação brasileira em meio ao avanço da produção e novos projetos offshore

Redação

A Shell Brasil anunciou mudança no comando da operação brasileira em um momento de expansão da companhia no país, impulsionada principalmente pelos projetos no pré-sal e pela ampliação do portfólio exploratório.

O atual presidente da empresa, Cristiano Pinto da Costa, deixará a companhia após quase 30 anos de carreira no grupo. Em seu lugar assumirá João Santos Rosa, atual presidente da Shell na Itália, que acumulará também a função de vice-presidente executivo para o Brasil na estrutura global de upstream da companhia.

A troca ocorre em um período considerado estratégico para a operação brasileira da empresa, que ampliou participação no mercado nacional de petróleo e gás nos últimos anos e consolidou o Brasil como um dos principais ativos globais da companhia no segmento de exploração e produção.

Sob a gestão de Cristiano Pinto da Costa, a produção da Shell no país cresceu cerca de 25%, superando a marca de 500 mil barris diários em março deste ano, segundo a empresa. O executivo também liderou a decisão final de investimento do projeto Orca, um dos principais desenvolvimentos offshore da companhia no Brasil, com previsão de entrada em operação em 2029.

Brasil ganha peso na estratégia global

Nos últimos anos, a operação brasileira passou a ocupar posição mais relevante dentro da carteira global da Shell, especialmente diante da elevada produtividade dos campos do pré-sal.

Nesse período, a companhia ampliou presença exploratória no país e passou de cerca de 30 para mais de 70 contratos de exploração e produção, incluindo áreas nas bacias de Santos e Pelotas.

Além do crescimento em petróleo e gás, a Shell Brasil também ampliou investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Segundo a companhia, os aportes na área somam atualmente cerca de US$ 120 milhões anuais, dentro das exigências regulatórias da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

No Brasil, além da operação de exploração e produção, a Shell mantém participação em biocombustíveis por meio da joint venture Raízen, além de atuar em comercialização de energia, gás natural e soluções ligadas ao mercado de baixo carbono.

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