A Rumo manteve presença em importantes índices de sustentabilidade do mercado de capitais, como o Dow Jones Best-in-Class, nas carteiras Global e de Mercados Emergentes, e o Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3. A companhia é a única operadora logística brasileira listada simultaneamente nas duas carteiras internacionais.
A matriz de transportes brasileira segue concentrada no modal rodoviário, com impacto sobre custos logísticos e emissões. Segundo a empresa, o transporte ferroviário emite cerca de oito vezes menos CO₂ por tonelada transportada em comparação ao rodoviário, além de oferecer maior escala para o escoamento de commodities.
Em 2025, a Rumo registrou redução de 3% nas emissões específicas de gases de efeito estufa, associada a ganhos de eficiência energética. No mesmo período, a companhia estima ter evitado a emissão de aproximadamente 7,3 milhões de toneladas de CO₂ equivalente ao substituir o transporte rodoviário.
Expansão da malha
A estratégia de crescimento inclui a ampliação da infraestrutura ferroviária, com destaque para a Ferrovia do Mato Grosso, que deve iniciar a operação dos primeiros 160 quilômetros em 2026. O projeto busca ampliar o acesso ao escoamento de grãos em uma das principais regiões produtoras do país.
“A cada tonelada adicional que transportamos na ferrovia, contribuímos para um Brasil mais competitivo e menos intensivo em carbono. A construção da Ferrovia do Mato Grosso, que inaugura seus primeiros 160 km em 2026, é parte concreta dessa contribuição”, afirma Felipe Saraiva, gerente executivo de Sustentabilidade e Relações com Investidores da Rumo.
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