Argentina, Paraguai e Uruguai puxam movimento de caminhões nos portos secos da Multilog

No primeiro trimestre, entraram 102.771 veículos nas cinco unidades alfandegadas da empresa, com destaque para as fronteiras em Santana do Livramento (RS), Dionísio Cerqueira (SC) e Foz do Iguaçu (PR)

Redação

O movimento de caminhões nos cinco portos secos de fronteira administrados pela operadora logística Multilog apresentou crescimento de 1% no primeiro trimestre de 2026, em relação ao mesmo período do ano passado, com a entrada de 102.771 veículos, mantendo a curva positiva registrada em 2025, em relação a 2024. Os portos secos de Santana do Livramento (RS), Dionísio Cerqueira (SC) e Foz do Iguaçu (PR) tiveram as maiores movimentações.

De janeiro a março de 2026, o Porto Seco de Santana do Livramento registrou 9,9% de alta, com 3.344 entradas de caminhões, sendo 1.462 de importação e 1.882 de exportação. O Porto Seco de Dionísio Cerqueira aparece em seguida, com aumento de 6,2% no ingresso de veículos, sendo 3.618 entradas para importação e 2.927 de exportação, totalizando 6.545 entradas. No Porto Seco de Foz do Iguaçu, o maior do País e principal hub logístico do Mercosul, o movimento foi de 50.656 entradas no período, número 5,3% superior ao primeiro trimestre do ano passado, sendo 28.854 entradas de veículos para importação e 21.802 para exportação.

A ampliação e modernização tecnológica das instalações da Multilog, combinadas a políticas de incentivos fiscais estaduais, têm contribuído com o aumento das movimentações de veículos e para a competitividade do transporte rodoviário de cargas.

No Porto Seco de Jaguarão (RS), a entrada de caminhões teve queda de 1%, com o total de 8.115 movimentações no período, sendo 2.984 para importação e 5.131 para exportação. Já o Porto Seco de Uruguaiana (RS) também registou queda nas entradas de veículos, totalizando 34.111 movimentações, sendo 10.063 de importações e 24.048 de exportações, número 5,9% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.

As melhorias operacionais, inclusive por conta da automação de processos, também vêm reduzindo o tempo médio de permanência dos caminhões com cargas destinadas à exportação, que ficou em 15,5 horas nos primeiros três meses de 2026, comparado a uma permanência de 19,3 horas no ano passado.

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