Diante do resultado positivo dessa primeira experiência, a operadora já estuda expandir esse projeto para outras linhas. Para otimizar a operação, a empresa usa uma frota de veículos de diferentes tamanhos, carretas de transferência, para dar maior flexibilidade, e quando há uma operação direta, sem transferência no meio do caminho, utiliza um único veículo grande refrigerado.
Ao todo, a frota é composta por 180 caminhões próprios e para o próximo ano está prevista a renovação de 100% da frota, em duas etapas: 50% em março e 50% em setembro.
Por força dos contratos de cargas com temperatura controlada, a empresa trabalha com veículos próprios, mas, quando precisa, usa carros terceirizados. Com o ganho de produtividade do novo projeto de roteirização, pretende desfazer-se de cerca de 30 veículos.
Leia a matéria completa na revista Transporte Moderno nº479 no Acervo Digital OTM
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