Considerando-se todos os tipos de carga e mercados, da carga manufaturada às commodities (como soja e minério de ferro), passando por outros tipos de carga não conteinerizadas e outros granéis, contudo as perspectivas para 2016 apontam para um crescimento na movimentação geral de cargas nos portos brasileiros. Claudio Loureiro de Souza, diretor-executivo do Centronave, informa que houve crescimento das exportações por conta da depreciação do real. “Ao mesmo tempo, houve uma forte desaceleração das importações, tendo em vista o próprio câmbio e também a recessão interna, que reduziu o consumo no país e a demanda por bens importados. ”
Leia a matéria completa no Anuário do Transporte de Carga 2016 no Acervo Digital OTM
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