O Terminal de Cargas (TECA) do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, respondeu por 55% das importações aéreas brasileiras em 2025, consolidando sua posição como principal hub logístico do país para cargas internacionais. No período, o complexo movimentou mais de 342 mil toneladas, sendo 167 mil toneladas em importações e 175 mil toneladas em exportações, novo recorde para o terminal.
A operação atende segmentos de maior valor agregado, como as indústrias farmacêutica, automotiva, de eletrônicos e têxtil. Segundo a concessionária GRU Airport, o terminal opera ininterruptamente, com 21 companhias cargueiras e ligações diretas para destinos na América do Norte, Europa e Oriente Médio.
O complexo logístico possui mais de 200 mil metros quadrados de área de armazenagem, incluindo 33 mil metros cúbicos de câmaras frias para produtos sensíveis à temperatura, além de áreas específicas para cargas perigosas, restritas e transporte de animais vivos.
Segundo Milene Alves, diretora de Logística da GRU Airport, o desempenho do terminal também está associado à atuação integrada dos agentes de carga, responsáveis pela coordenação das operações de comércio exterior. “Os agentes de carga possuem papel estratégico e essencial para a eficiência do comércio exterior brasileiro. Seu trabalho integra diferentes elos da cadeia logística e contribui para que mercadorias cheguem aos seus destinos com segurança, agilidade e previsibilidade”, afirmou.
Administrado pela GRU Airport há 14 anos, o Aeroporto Internacional de São Paulo movimenta cerca de 880 pousos e decolagens por dia e conduz um plano de investimentos de R$ 2,55 bilhões voltado à expansão e modernização de sua infraestrutura.
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