A JSL promoverá no próximo dia 24 de julho, em seu Centro Logístico Intermodal de Itaquaquecetuba (SP), uma programação voltada à segurança viária e à saúde dos motoristas, utilizando uma experiência em realidade virtual para simular os efeitos da embriaguez ao volante.
A ação se soma aos esforços das transportadoras para enfrentar a escassez de motoristas profissionais, um dos principais desafios do transporte rodoviário de cargas. Levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT) mostra que a dificuldade de contratação vem incentivando investimentos em formação, retenção de talentos e programas de segurança.
Realizada em parceria com o Sest Senat, a simulação permitirá aos participantes experimentar, de forma imersiva, alterações de percepção, redução do tempo de reação e dificuldades de concentração provocadas pelo consumo de álcool. O objetivo é conscientizar sobre os riscos da combinação entre bebida e direção e contribuir para a prevenção de acidentes.
Além da experiência com realidade virtual, a programação inclui palestras sobre segurança no trânsito, aferição de pressão arterial e glicemia, além de atividades voltadas ao bem-estar dos motoristas.
A ação integra uma estratégia mais ampla de segurança operacional adotada pela JSL. Segundo a empresa, o programa reúne tecnologias como câmeras com inteligência artificial para identificar distrações ao volante, sensores de fadiga, plataformas de avaliação física e emocional e simuladores de direção. As operações são acompanhadas em tempo real por uma torre de controle instalada em Itaquaquecetuba.
De acordo com dados da companhia, a adoção dessas iniciativas contribuiu para reduzir em 20% os acidentes envolvendo colaboradores e em aproximadamente 50% os quilômetros percorridos acima do limite de velocidade.
A empresa também mantém programas voltados à formação de profissionais para o setor. O Escola de Motoristas já capacitou cerca de 300 pessoas sem experiência prévia na atividade. Já o programa Mulheres na Direção, atualmente em sua 20ª edição, formou mais de 220 mulheres para atuar como motoristas de carreta e operadoras de empilhadeira.
Outra iniciativa é o Conectando Fronteiras, voltado à empregabilidade de migrantes e refugiados. Segundo a JSL, os programas de capacitação e inclusão já resultaram na contratação de mais de 350 colaboradores.
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