A escolha do equipamento de refrigeração para caminhões envolve mais do que sua capacidade de manter a carga na temperatura exigida. Consumo de combustível, peso, manutenção e disponibilidade do veículo também entram no cálculo de transportadoras que movimentam alimentos perecíveis, congelados e medicamentos, segundo a Thermo King.
A fabricante cita a Série TX como exemplo dessa combinação. Em comparação com a linha T, que substituiu, os equipamentos oferecem até 17% mais capacidade de refrigeração, pesam até 40 kg menos e podem consumir até 7% menos combustível, de acordo com dados da empresa. A linha, apresentada em 2025, tem versões para cargas que exigem temperatura única ou diferentes faixas de temperatura no mesmo veículo.
Monitoramento e manutenção
Para Marcelo Nicioli, líder de Produtos para a América Latina da Thermo King, acompanhar o funcionamento dos equipamentos ao longo da viagem ajuda a identificar desvios de temperatura e necessidades de manutenção antes de uma parada não programada. “Esse nível de controle impacta diretamente a redução de perdas, a produtividade e a qualidade do serviço”, afirma.
Na avaliação da companhia, o custo de uma operação refrigerada deve considerar também a indisponibilidade dos equipamentos, as devoluções e as perdas de carga, além do combustível e da manutenção.
Fique por dentro de todas as novidades do setor de transporte de carga e logística:
Siga o canal da Transporte Moderno no WhatsApp
Acompanhe nossas redes sociais: LinkedIn, Instagram e Facebook
Inscreva-se no canal do Videocast Transporte Moderno



