Paranaguá espera ampliar as exportações de grãos e farelos em 40% no 1º trimestre

A expectativa é embarcar cerca de sete milhões de toneladas de soja, farelo de soja, milho, trigo e açúcar, de janeiro a março

Os operadores dos terminais do porto de Paranaguá, no Paraná, esperam exportar 40% mais granéis sólidos vegetais neste primeiro trimestre do ano. A expectativa é embarcar cerca de sete milhões de toneladas de soja, farelo de soja, milho, trigo e açúcar. Em 2022, no mesmo período, foram carregadas cerca de cinco milhões de toneladas dos produtos.

Segundo a projeção dos operadores, que considera os dados de 12 empresas privadas e dos silos públicos (vertical e horizontais), somente de soja em grão seriam quase 3,4 milhões de toneladas embarcadas nos três primeiros meses do ano. De soja, no ano passado, no primeiro trimestre, foram exportadas cerca de 3,3 milhões de toneladas.

Neste ano, segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, a expectativa é positiva em relação à primeira safra de soja (22/23). “Aqui no Paraná, os especialistas falam em uma safra cerca de 60% maior neste ano”, afirma. O estado é a principal origem da soja exportada pelo porto de Paranaguá, seguido do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Mato Grosso e Goiás. De acordo com o departamento de economia rural (Deral), da secretaria de estado da agricultura e do abastecimento, o Paraná deve colher cerca de 21,4 milhões de toneladas de soja neste ano. 

De milho a ser embarcado no primeiro trimestre deste ano, são esperadas 1,68 milhão de toneladas. De farelo de soja, 1,208 milhão de toneladas; açúcar, 670 mil toneladas; e trigo, 46,5 mil toneladas. Em 2022, de janeiro a março, foram exportadas 514,12 mil toneladas de milho; 1,342 mil toneladas de farelo de soja; 424,238 mil toneladas de açúcar; e 32,895 mil toneladas de trigo.

Os granéis sólidos vegetais são embarcados a leste e oeste do cais do porto de Paranaguá, pelos terminais AGTL, Cargill, Centro Sul, Cimbessul, Coamo (I e II), Cotriguaçu, Interalli, Louis Dreyfus, Rocha, Pasa, Bunge, Cavalca e silos públicos (operado pela AOCEP).

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