A concentração da carga aérea em poucos aeroportos do Sudeste tem aberto espaço para a entrada de novos polos logísticos no país. Em Minas Gerais, o BH Airport vem ampliando rotas e serviços para disputar fluxos hoje concentrados em terminais como Guarulhos e Viracopos.
A estratégia passa pela integração entre modais e pela criação de corredores logísticos que conectam o aeroporto a outros mercados. Entre as iniciativas estão novas rotas rodoviárias associadas ao transporte aéreo e a ampliação de serviços de armazenagem, nacionalização e distribuição de cargas.
A tentativa de reposicionamento traduz uma tendência dos aeroportos fora do eixo principal em atrair cargas de maior valor agregado, especialmente em segmentos como farmacêutico, tecnologia e produtos sensíveis à temperatura.
Entre os movimentos recentes está a abertura de uma rota cargueira ligando Miami a Confins e a estruturação de soluções de trânsito aduaneiro e consolidação de cargas, com foco em ampliar a captação de fluxos internacionais.
O aeroporto já registra negociações com potencial de incremento de cerca de 500 toneladas de carga e R$ 5,3 milhões em receita adicional, mas o avanço ainda é incipiente frente ao volume movimentado pelos principais hubs do país.
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