Exportações de defesa ampliam espaço para indústria brasileira

Com foco nos mercados mercados da América Latina e África, acordo entre Embraer e Alada mira contratos governo a governo A indústria brasileira de defesa começa a avançar em um novo modelo de exportação baseado em contratos governo a governo (G2G), movimento que pode ampliar o acesso a mercados estratégicos e reduzir barreiras comerciais em […]

Redação

Com foco nos mercados mercados da América Latina e África, acordo entre Embraer e Alada mira contratos governo a governo

A indústria brasileira de defesa começa a avançar em um novo modelo de exportação baseado em contratos governo a governo (G2G), movimento que pode ampliar o acesso a mercados estratégicos e reduzir barreiras comerciais em negociações internacionais.

Nesse contexto, a Embraer firmou um memorando de entendimento com a ALADA , empresa brasileira criada pelo governo brasileiro para atuar como intermediadora em contratos de defesa no modelo governo a governo, para avaliar oportunidades de negócios em países da América Latina e da África que exigem esse tipo de estrutura contratual.

O formato de contratação entre governos é utilizado em operações consideradas estratégicas, nas quais a intermediação estatal reduz riscos, amplia garantias e facilita o acesso a financiamento e acordos bilaterais.

Na prática, o modelo pode acelerar processos de aquisição e aumentar a competitividade de produtos brasileiros em mercados onde esse tipo de arranjo é pré-requisito.

Segundo o vice-presidente de contratos da Embraer Defesa & Segurança, Fabio Caparica, o acordo busca estruturar novas alternativas comerciais. “O modelo permite oferecer aos países uma opção adicional para viabilizar a aquisição de soluções da Embraer”, afirmou.

Para a Alada, a iniciativa representa a consolidação de um novo instrumento de inserção internacional. De acordo com o presidente da empresa, Sergio Roberto de Almeida, a atuação no formato G2G amplia o acesso a projetos aeroespaciais e fortalece a base industrial de defesa brasileira.

Mercados emergentes no radar

O movimento ocorre em um momento de maior demanda por equipamentos de defesa em regiões emergentes, impulsionada por necessidades de modernização de frota, segurança territorial e cooperação internacional.

A América Latina e a África concentram oportunidades relevantes nesse contexto, especialmente em países que priorizam acordos institucionais como forma de mitigar riscos contratuais.

A Embraer tem ampliado sua atuação no segmento de defesa com plataformas como o cargueiro KC-390 Millennium e a aeronave leve de ataque A-29 Super Tucano, que vêm conquistando novos operadores no mercado internacional. A estratégia combina expansão comercial com diversificação de mercados, em um ambiente global mais competitivo e com crescente demanda por soluções integradas de defesa e segurança.

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