JSL amplia inclusão no setor logístico com nova turma de refugiados em SP

Programa já capacitou mais de 20 profissionais e responde à escassez de mão de obra no setor

Redação

A JSL realiza no dia 8 de abril a formatura da terceira turma do programa Conectando Fronteiras, iniciativa criada em 2024 com foco na inclusão de refugiados e migrantes no mercado de trabalho. Nesta edição, oito profissionais foram contratados para atuar como armazenistas nas regiões de Guarulhos, Arujá e Itaquaquecetuba (SP), vindos de países como Congo, Haiti e Venezuela.

O programa prevê 363 horas de capacitação, sendo 91 horas teóricas e 272 práticas, em parceria com o SEST SENAT. A formação inclui conteúdos de segurança no trabalho, legislação trabalhista, desenvolvimento comportamental e treinamento técnico, além do acompanhamento por colaboradores da empresa, que atuam como padrinhos durante o processo de integração.

Desde a sua criação, a iniciativa já beneficiou 23 migrantes e refugiados, que passaram a atuar em funções operacionais como ajudante de serviços gerais, operador de logística e armazenista. O programa integra a estratégia de diversidade da companhia e busca ampliar a inclusão em um setor historicamente marcado por escassez de mão de obra qualificada.

Integração e qualificação

Segundo Mauro Cardoso, Diretor de Gente e Cultura da JSL, a cerimônia de formatura, que ocorre das 14h às 17h em Mogi das Cruzes (SP), também terá foco em empreendedorismo e economia circular.

“O Conectando Fronteiras é um investimento no capital humano e na oportunidade como pilar de eficiência. Ao focar no desenvolvimento integral desses novos colaboradores, demonstramos que a qualificação profissional é o caminho mais curto para uma integração socioeconômica plena e sustentável”, afirma o executivo.

Criado no contexto das iniciativas de sustentabilidade da companhia, o programa busca alinhar impacto social e eficiência operacional. A empresa mantém ainda parceria com o Fórum Empresas com Refugiados, iniciativa da ACNUR e do Pacto Global da ONU no Brasil, voltada à promoção da empregabilidade dessa população.

Dados do ACNUR indicam que o Brasil abriga cerca de 731 mil refugiados de 163 nacionalidades, o que amplia a demanda por políticas e iniciativas de integração ao mercado de trabalho.

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