A Real Aviation Services ampliou a eletrificação de sua operação no Aeroporto Internacional de Confins com a incorporação de 20 rebocadores elétricos, reforçando a estratégia de redução de emissões e ganho operacional em serviços de solo.
Em comunicado, a empresa informa que a substituição de equipamentos movidos a diesel permitirá evitar a emissão de mais de 720 toneladas de CO₂ por ano. Cada rebocador convencional pode emitir até 36 toneladas anuais do gás, segundo a companhia.
Frota elétrica avança na operação
Com a nova incorporação, a Real Aviation passa a operar com 27 equipamentos elétricos, incluindo rebocadores e esteiras. A empresa afirma que, desde 2022, cerca de 90% da operação em Confins já é realizada com frota eletrificada.
Os equipamentos utilizados incluem modelos elétricos voltados à movimentação de aeronaves e cargas no pátio, etapa crítica da logística aeroportuária.
Eficiência operacional
Além do ganho ambiental, a eletrificação reduz custos operacionais e necessidade de manutenção, aumentando a disponibilidade dos equipamentos e a produtividade das operações de solo.
“A eletrificação da nossa frota reforça nosso compromisso com inovação, eficiência e responsabilidade ambiental. Estamos mostrando que é possível combinar desempenho operacional com impacto real e positivo”, afirma Fred Vilaronga, CEO da Real Aviation.
Logística aeroportuária
A modernização da frota em Confins posiciona a operação entre as mais avançadas do país em termos ambientais, em um segmento pressionado por metas de descarbonização e eficiência.
A adoção de equipamentos elétricos no ground handling tende a ganhar escala no setor, com impacto direto sobre custos logísticos, emissões e desempenho operacional nos aeroportos brasileiros.
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