As ferrovias da Vale registraram, em 2025, o melhor desempenho em eficiência energética dos últimos dez anos. A Estrada de Ferro Carajás (EFC) e a Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) reduziram em 11 milhões de litros o consumo de diesel, o equivalente a cerca de 28 mil toneladas de CO₂ — volume que abasteceria 245 mil carros.
O resultado é atribuído a melhorias operacionais, como priorização da circulação de trens carregados, redução de paradas em trechos críticos e uso do relevo para economia de combustível. As ferrovias respondem por 14% das emissões da companhia e são, em média, até 85% mais eficientes em carbono que o transporte rodoviário.
“A jornada de descarbonização passa tanto por repensar processos quanto por buscar novas alternativas tecnológicas”, afirma Carlos Medeiros, vice-presidente executivo de operações da Vale.
A empresa também avança em combustíveis alternativos, com testes de biodiesel (B30 e B50) e parceria com a Wabtec Corporation para desenvolvimento de locomotivas dual fuel, capazes de operar com diesel e etanol. A Vale ainda avalia eletrificação como solução de longo prazo.
A meta é reduzir em 33% as emissões de escopo 1 e 2 até 2030 e atingir neutralidade de carbono até 2050.
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