O transporte aéreo de cargas no Brasil projeta crescimento acima da média global em 2026, segundo especialistas do painel “Transporte aéreo 2026: riscos emergentes e oportunidades para quem quer sair na frente”, realizado no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, durante o Comexhoje 2026.
Executivos da Allog, Faurecia/Forvia e Zurich Airport Brasil destacaram a transformação do setor, com empresas que antes operavam no transporte marítimo migrando para o aéreo devido à urgência de cargas e à necessidade de previsibilidade logística.
Apesar do crescimento, o setor enfrenta concentração de operações nos aeroportos de Guarulhos e Viracopos. Para Helton Duarte, da Faurecia/Forvia, é fundamental ampliar voos para aeroportos do Sul, como Curitiba e Florianópolis, e investir em infraestrutura e capacitação.
Seja como for, o Brasil pode superar o crescimento global de 4% previsto para o frete aéreo, puxado por semicondutores, servidores, e-commerce e medicamentos de alto valor agregado.
Há ainda, segundo os especialistas, o protagonismo de aeroportos regionais, capazes de oferecer flexibilidade e customização logística, essenciais para atender demandas específicas do mercado.
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