O mercado brasileiro de galpões logísticos encerrou 2025 em forte alta, impulsionado pelo crescimento das compras online e pela busca por entregas mais rápidas. Segundo o Grupo EREA, o estoque nacional chegou a 43,7 milhões de metros quadrados, com taxa de vacância de apenas 7,3% — a menor já registrada.
Com pouca área disponível e contratos de longo prazo, os fundos imobiliários (FIIs) que investem nesses galpões tiveram valorização média de 30% no ano passado. Esses fundos funcionam como aplicações em imóveis que pagam rendimentos mensais aos investidores.
E-commerce e operadores logísticos responderam por 64% da área alugada em 2025. A tendência deve continuar em 2026, com expectativa de crescimento de 10% nas vendas online. A demanda é maior por galpões próximos à capital paulista, especialmente em um raio de até 30 km, usados para entregas rápidas (last mile).
Para o próximo ano, a previsão é de entrega de 3,2 milhões de m² de novos empreendimentos. Ainda assim, a oferta pode não ser suficiente para acompanhar a demanda, o que deve manter os preços de aluguel pressionados.
Na comparação internacional, o Brasil ainda tem espaço para crescer. O país tem 43,7 milhões de m² de galpões logísticos, enquanto o México soma mais de 112 milhões e os Estados Unidos, cerca de 1,5 bilhão de m².
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