Brado recebe certificado de Operador Econômico Autorizado

Com a certificação, a empresa passa a integrar um grupo de companhias reconhecidas pela Receita Federal pela qualidade na prestação de serviços e segurança na cadeia logística no fluxo das operações de comércio exterior

A Brado se tornou a primeira operadora logística do país com ativos ferroviários a receber o certificado de Operador Econômico Autorizado (OEA). A novidade foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Com a certificação, a empresa passa a integrar um seleto grupo de companhias reconhecidas pela Receita Federal pela excelência na prestação de serviços e segurança na cadeia logística no fluxo das operações de comércio exterior.

Para obter o reconhecimento, a empresa precisa atender uma série de critérios avaliativos referente a gestão de riscos nos procedimentos administrativos e operacionais. As análises foram feitas em auditorias por fiscais da Receita Federal e contabilizaram mais de 300 documentos em todo processo de análise. Com a certificação, a Brado poderá usufruir de benefícios concedidos para empresas OEA com prioridades nos processos de importação e exportação de produtos.

“A certificação OEA é sem dúvidas um diferencial que atesta a credibilidade das nossas operações junto à Receita Federal”, destaca Andréa Ramos, diretora comercial e marketing da Brado. “É um reconhecimento que otimiza a produtividade das nossas operações multimodais no comércio internacional. O principal beneficiado é o nosso cliente que terá ainda mais agilidade e previsibilidade no transporte da sua carga”, explica.

De acordo com a diretora, o reconhecimento é resultado também do planejamento da Brado e da expansão da empresa no atendimento do setor logístico. Em 2015, a empresa contava com aproximadamente 50 clientes, hoje já são mais de 270 e uma diversificação de operações que envolvem mais de 130 tipos de produtos. “Nossas operações transportam uma enorme diversidade de cargas como proteína animal (bovinos, suínos e aves), fertilizante, glicerina, óleo de soja envasado, borracha, bebidas (cervejas e isotônicos), como bens de consumo, açúcar, papel, caroço e pluma de algodão, embalagens, snacks, adesivos, café, madeira, milho para ração animal, produtos químicos, pulses, materiais de limpeza, itens de higiene pessoal, materiais de construção e alimentos (farinha e feijão).”

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